Formular para o mercado brasileiro de cuidados capilares não é o mesmo que formular para a Europa ou América do Norte. A umidade do ar passa de 70% durante boa parte do ano, principalmente nos grandes centros. Ao mesmo tempo, o Brasil reúne uma enorme diversidade de texturas capilares em uma única população, o que torna esse cenário ainda mais desafiador. E tem mais: as consumidoras brasileiras são bastante exigentes. Se não veem resultado rápido, abandonam o produto em poucas aplicações. Além disso, diferente da média europeia, mantêm rotinas capilares mais completas, usando entre 12 e 15 produtos no dia a dia.
O desafio de formular no Brasil não está na falta de ingredientes, mas no equilíbrio. Equilíbrio entre uma performance sensorial imediata, estabilidade térmica em clima tropical, compatibilidade com cabelos quimicamente tratados que convivem com fios naturais na mesma rotina, e o atendimento às exigências regulatórias específicas da ANVISA e do Mercosul.
Este guia foi pensado para formuladores de P&D, líderes de inovação e gestores de produto que atuam, ou querem atuar, no mercado brasileiro de cuidado capilar. Ao longo do conteúdo, abordamos a dinâmica do mercado, os principais tipos de cabelo no país, as famílias de ingredientes mais relevantes, como polímeros condicionantes, éteres de celulose, surfactantes suaves, polímeros acrílicos e ativos biotecnológicos, além dos desafios de formular em clima tropical, das tendências que devem impactar o setor em 2026 e dos aspectos regulatórios que todo formulador precisa considerar.
No Brasil, a Safic-Alcan distribui portfólios técnicos de parceiros como Nouryon, Givaudan, entre outros, que atendem a grande parte das aplicações discutidas neste guia. As referências a produtos ao longo do texto aparecem como exemplos práticos, com objetivo técnico — e não como argumento comercial.
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O mercado brasileiro de cuidado capilar é o segundo maior do mundo
O Brasil ocupa a segunda posição global no mercado de haircare, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo dados da ABIHPEC, combinados com projeções da Euromonitor, o segmento capilar movimenta anualmente, no varejo brasileiro, valores que consolidam o país como a maior economia de cuidados capilares do hemisfério sul.
Alguns indicadores são especialmente relevantes para quem fórmula. No Brasil, os domicílios mantêm, em média, de 12 a 15 produtos capilares em uso simultâneo, enquanto na Europa essa média varia entre 4 e 6. Isso significa que uma marca não disputa apenas participação de mercado dentro da categoria, mas também espaço físico e mental em uma rotina já bastante saturada.
A frequência média de lavagem é de 3 a 4 vezes por semana, acima da média latino-americana e abaixo da média asiática. Esse ritmo cria uso intenso e ciclos curtos de renovação de produto. A categoria de tratamentos (máscaras, leave-ins, reparadores) cresce há cinco anos consecutivos acima de 8% ao ano, impulsionada pela popularização dos protocolos de química progressiva e pela cultura do cronograma capilar — o ciclo estruturado de hidratação, nutrição e reconstrução que, na forma organizada, só existe no Brasil.
Dentro do segmento, os tipos capilares cacheados e crespos (classificados como 2B a 4C no sistema André Walker) representam mais de 45% da base populacional, segundo dados do IBGE combinados com pesquisas setoriais. A valorização desses tipos de cabelo ao longo dos últimos dez anos abriu espaço para novas oportunidades, que muitas marcas multinacionais, com portfólios desenvolvidos na Europa ou nos Estados Unidos, ainda estão correndo para acompanhar.
Outra dinâmica relevante é o avanço das marcas independentes brasileiras, frequentemente chamadas de indies, que ganharam participação significativa nos últimos quatro anos. Com ciclos de desenvolvimento mais curtos, marketing direto nas redes sociais e foco em nichos específicos — como cabelos cacheados, scalp care, transição capilar e produtos veganos —, essas marcas vêm pressionando os fornecedores de ingredientes a responderem de forma mais ágil e flexível.
O resultado é um mercado no qual três forças atuam simultaneamente: multinacionais com portfólios globais adaptados localmente; grupos brasileiros estabelecidos, com P&D interno robusto (como Natura, O Boticário, Embelleze e Beauty Brands); e indies ágeis, que lançam formulações em até 90 dias. Cada grupo se relaciona de forma diferente com o portfólio de ingredientes que utiliza, e o formulador que atende a essas três dinâmicas precisa de um arsenal técnico versátil.
Diversidade capilar brasileira exige abordagens distintas
Nenhum outro mercado capilar no mundo apresenta a amplitude de tipologias que coexistem no Brasil. Há cabelos lisos de origem europeia, ondulados de influência mediterrânea, cacheados e crespos de herança africana, além de cabelos indígenas e asiáticos, resultado de ciclos migratórios como o japonês. Em uma mesma casa, é comum coexistirem quatro ou cinco tipos de cabelo distintos, compartilhando o mesmo banheiro e, muitas vezes, as mesmas decisões de compra.
O sistema de classificação de André Walker (tipos 1 a 4) continua sendo a referência mais utilizada, adaptada à realidade brasileira. Os tipos predominantes na população incluem o 2C (ondulado mais definido), 3A a 3C (cacheados) e 4A a 4C (crespos). Além da curvatura, a porosidade do fio — baixa, média ou alta — é um fator determinante na forma como o cabelo interage com ingredientes hidratantes, condicionantes e tratamentos.
Para o formulador, a implicação é direta. Cabelos de alta porosidade — comuns em fios quimicamente processados e em muitos cabelos cacheados — absorvem rapidamente os ativos, mas também os perdem com facilidade. Por isso, demandam ingredientes com alta capacidade de deposição e formação de filme, capazes de criar uma barreira protetora. Já os cabelos de baixa porosidade — mais comuns em fios lisos virgens, especialmente de origem asiática — apresentam menor afinidade com ingredientes hidrofílicos, exigindo veículos que favoreçam a penetração e sensoriais mais leves.
Os cabelos quimicamente processados merecem atenção especial. O Brasil apresenta uma das maiores taxas de tratamentos químicos capilares do mundo, incluindo alisamentos (com formol ou alternativas), relaxamentos, descolorações e colorações. Esses processos comprometem a estrutura da fibra, especialmente o córtex, reduzindo o teor de cisteína e aumentando a porosidade. Como resultado, a formulação precisa atuar em duas frentes: reconstrução da fibra (reposição da matriz proteica) e proteção da superfície (formação de filme), sempre com equilíbrio para evitar sobrecarga. Para entender melhor como escolher o produto adequado, confira nosso artigo sobre como escolher o condicionador ideal.
A diversidade capilar reflete, em muitos aspectos, a diversidade de pele — é a mesma base populacional, com demandas semelhantes por inclusão e performance. Os princípios de formulação para diferentes tipos de cabelo dialogam diretamente com aqueles aplicados aos diferentes tipos de pele, e essa convergência entre categorias representa uma oportunidade estratégica para o desenvolvimento de um portfólio mais completo e coerente.
Famílias de ingredientes essenciais para cuidado capilar
O conjunto de ingredientes do cuidado capilar moderno pode ser organizado em cinco grandes grupos. Entender a função de cada um, assim como as possibilidades dentro de cada categoria, é o que diferencia uma formulação básica de uma que realmente performa.
Polímeros catiônicos: o coração do condicionamento
O condicionamento capilar está relacionado com a deposição de polímeros catiônicos sobre a fibra. A interação funciona porque o cabelo danificado — especialmente nas pontas e nas áreas quimicamente processadas — apresenta carga negativa. Polímeros com carga positiva migram para essas áreas, proporcionando o condicionamento desejado pelo consumidor.
A família Armocare e Celquat da Nouryon oferecem opções condicionantes para diferentes aplicações. O Celquat SC-240, por exemplo, condicionador catiônico compatível com surfactantes, útil em uma ampla gama de produtos de cuidados pessoais. Solúvel em água, altamente catiônico em toda a faixa de pH, substancial para o cabelo para melhor penteabilidade a úmido, desembaraço, maciez e sedosidade.
Modificadores de reologia: estrutura e textura
Modificadores reológicos não-iônicos, esses derivados de amido são fundamentais para o formulador de haircare: viscosidade e textura em uma formulação sem incompatibilidade de outros ingredientes. A família Structure da Nouryon oferece grades com perfis distintos de viscosidade, transparência e tolerância a eletrólitos e extremos pH, podendo ser aplicados desde shampoos condicionantes a styling de longa duração.
Structure Silk é um modificador multifuncional de origem vegetal, biodegradável e solúvel em água fria, ideal para aplicações em skincare e haircare. Em produtos capilares, atua como espessante e estabilizante, promovendo brilho, sedosidade e aparência saudável aos fios, formando um filme leve sem pesar. De forma geral, destaca-se por proporcionar estabilidade, controle de viscosidade e sensorial premium, agregando valor a diferentes tipos de formulações.
Surfactantes suaves: a base do low-poo
A categoria de shampoos mais suaves, com baixo teor ou sem sulfatos, deixou de ser nicho no Brasil. A adoção em larga escala levou a uma mudança importante nos sistemas de limpeza — saindo de sulfatos mais agressivos, como SLS e SLES em altas concentrações, para combinações com glicosídeos, surfactantes anfotéricos e isotianatos, que limpam de forma eficiente sem agredir a fibra capilar nem o equilíbrio do couro cabeludo.
Formular esse tipo de produto exige equilíbrio. Um sistema de limpeza suave demais pode não remover resíduos, principalmente em cabelos com acúmulo de silicones ou finalizadores. Por outro lado, uma limpeza mais agressiva pode causar irritação no couro cabeludo e retirar a oleosidade natural que, especialmente em cabelos cacheados, é essencial para manter a saúde dos fios. O Structure M3 e Elfan AT 84G proporcionam fórmulas low-poo para esse equilíbrio. A escolha do sistema tensoativo é o primeiro ponto de definição de uma formulação low-poo de performance. Por isso, a escolha do sistema tensoativo é um dos pontos mais críticos para garantir performance em shampoos de limpeza suave.
Formadores de filme: proteção e performance
Máscaras, leave-ins, séruns capilares e produtos de finalização dependem de polímeros acrílicos para construir a matriz de deposição que garante duração do efeito fixador. A família Amphomer e Resyn da Nouryon, são a solução de produtos de fixação firme e duradoura, mantendo o penteado por muito mais tempo, mesmo em condições de alta umidade. Formam filmes, sem deixar resíduos, sem acúmulo no cabelo e de fácil remoção ao lavar.
Em cabelos quimicamente processados, a capacidade de formar filme desses polímeros tem um papel importante em duas frentes: proteger a fibra de novas agressões químicas e proporcionar a sensação de fios mais encorpados, que a consumidora associa à reconstrução. Essa performance pode ser avaliada por meio de testes de resistência mecânica e parâmetros como brilho, o que é relevante para marcas que buscam comunicar benefícios com base técnica.
Ativos biotecnológicos: scalp care e saúde capilar
A aproximação entre cuidado capilar e scalp care é uma das principais tendências para 2026. Já não basta tratar apenas o fio — o consumidor espera produtos que também cuidem do couro cabeludo com o mesmo nível de precisão que o skincare dedica à pele. Esse movimento abre espaço para ativos biotecnológicos, muitos deles vindos do universo do skincare, agora aplicados ao cuidado capilar com comprovação de eficácia.
O portfólio da Givaudan inclui ativos desenvolvidos para a saúde do couro cabeludo, controle da queda e fortalecimento dos fios, com dados de eficácia em estudos in vitro e ex vivo.
No assunto saúde do couro cabeludo, podemos dar destaque para o DandErase, ativo multifuncional para cuidados do couro cabeludo, com ação anticaspa eficaz e duradoura, promove a redução da coceira, vermelhidão e descamação, enquanto atua como calmante, proporcionando conforto imediato. Contribui para o equilíbrio do microbioma e a redução de Malassezia spp..
Formular para o clima tropical é um desafio de estabilidade e performance
Formular para o Brasil envolve desafios ambientais que não fazem parte da realidade de formulações desenvolvidas na Europa ou nos Estados Unidos. A umidade do ar é alta durante praticamente todo o ano, especialmente em cidades como Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Além disso, as temperaturas de armazenamento nos pontos de venda frequentemente ultrapassam os 25°C recomendados. A exposição à radiação UV também faz parte da rotina de uso. É comum que o consumidor passe pela praia, piscina, trabalho e academia no mesmo dia, o que aumenta o nível de exigência sobre a performance dos produtos.
A umidade impacta dois pontos críticos. O primeiro é a estabilidade da formulação: produtos que são estáveis em climas mais amenos podem apresentar separação de fases, liberação de água ou mudanças na viscosidade quando expostos a variações de temperatura e alta umidade. O segundo é a performance sensorial. O frizz, por exemplo, acontece quando o cabelo reabsorve a umidade do ambiente, e fórmulas que não criam uma barreira eficaz acabam perdendo efeito logo no primeiro dia.
A resistência à água é especialmente importante em produtos sem enxágue, como leave-in e finalizadores. A formulação precisa resistir ao suor, à água da piscina, ao mar e até à chuva. Nesse contexto, os mesmos princípios de formação de filme usados em protetores solares para garantir resistência à água podem ser aplicados ao cuidado capilar, abrindo uma oportunidade interessante para marcas que trabalham com um portfólio mais amplo.
O equilíbrio entre residual e condicionamento é um dos pontos mais desafiadores no mercado brasileiro. Enquanto consumidoras europeias costumam tolerar um certo nível de resíduo em troca de um efeito condicionante mais visível, no Brasil isso não acontece. O cabelo precisa estar condicionado, com brilho e movimento — sem pesar, sem deixar sensação de resíduo ou acúmulo.
Alcançar esse equilíbrio exige uma escolha cuidadosa de polímeros formadores de filme, que consigam se depositar na medida certa, garantindo resultado sem comprometer o sensorial leve que o consumidor espera.
Por fim, há um ponto muitas vezes subestimado: a cadeia de distribuição no Brasil raramente conta com controle de temperatura. Isso significa que a formulação precisa ser pensada para resistir a condições reais — e não ideais.
Na prática, isso eleva o padrão de exigência. Testes acelerados de estabilidade, em condições como 45 °C por 12 semanas, combinados a ciclos de umidade, deixam de ser diferencial e passam a ser o mínimo necessário. É esse nível de rigor que garante que o produto chegue ao consumidor final com a mesma performance projetada em laboratório.
O que está redefinindo o cuidado capilar brasileiro em 2026
Cinco tendências estão redefinindo a categoria neste momento — e marcas que não estiverem alinhadas com pelo menos três delas tendem a perder relevância nos próximos 24 meses.
A primeira é o crescimento do scalp care como uma nova categoria. O que começou como uma curiosidade, impulsionada pelo avanço do skincare asiático, hoje já se consolidou como uma subcategoria com crescimento de dois dígitos. Esfoliantes para o couro cabeludo, séruns de raiz, tônicos com foco no microbioma — são produtos que tratam o couro cabeludo com a mesma precisão que o skincare trata a pele.
Nesse cenário, marcas que ainda enxergam o couro cabeludo apenas como uma extensão do shampoo já estão ficando para trás.
A limpeza suave deixou de ser nicho e se tornou padrão. O que há cinco anos era visto como tendência hoje é uma das frentes que mais crescem dentro da categoria de shampoos. Grandes redes já dedicam prateleiras específicas para esse tipo de produto, e muitas marcas independentes nascem com essa proposta desde o início. Para o formulador, a pergunta mudou: não é mais se deve ou não desenvolver uma fórmula de limpeza suave, mas como se destacar em uma prateleira cada vez mais competitiva.
Ao mesmo tempo, as marcas independentes brasileiras seguem ganhando espaço. Nomes como Widi Care, Salon Line e Lola Cosmetics, junto com centenas de outras indies, avançaram rapidamente em nichos que as multinacionais demoraram a ocupar. Com ciclos de desenvolvimento mais curtos e uma conexão mais próxima com comunidades específicas, essas marcas criaram vantagens competitivas que são difíceis de replicar a partir de portfólios globais.
A transparência de ingredientes deixou de ser um diferencial e passou a ser o básico. A consumidora brasileira hoje lê rótulos, busca entender a composição e quer saber exatamente o que está usando no cabelo. Aplicativos como o Yuka e a influência de criadoras de conteúdo especializadas tornaram temas como ingredientes, formulações mais limpas e segurança cada vez mais presentes no dia a dia.
Com isso, ingredientes considerados polêmicos passaram a exigir mais explicação e clareza por parte das marcas. Ao mesmo tempo, conceitos como fórmulas mais suaves, livres de ingredientes agressivos e com foco em saúde capilar já não são mais novidade — são o ponto de partida para competir no mercado.
Multifuncionalidade. Produtos 2 em 1 e 3 em 1 não são mais categoria inferior. A consumidora busca simplificar a rotina sem abrir mão da performance. Co-wash, shampoos condicionantes e leave-ins com proteção térmica e solar integrada mostram como a combinação de funções cresce em todos os segmentos. O desafio técnico é entregar múltiplos benefícios sem comprometer o desempenho em cada um deles.
Clean beauty : o que significa na prática
O que formuladores precisam saber sobre regulamentação capilar no Brasil
A ANVISA regula os cosméticos no Brasil por meio da RDC 752/2022, complementada por normas específicas conforme o grau de risco. Produtos capilares podem ser classificados como grau 1 (notificação simplificada) ou grau 2 (registro com comprovação de segurança e eficácia). Essa definição depende principalmente dos claims e do tipo de ação declarado.
Alguns claims capilares exigem maior atenção regulatória. Anti-queda, estímulo ao crescimento, reconstrução e reparo de danos — qualquer comunicação que sugira efeito terapêutico demanda dossiê de eficácia e segurança. Por isso, a definição dos claims no briefing inicial impacta diretamente o enquadramento regulatório e o custo de entrada no mercado.
A harmonização com o Mercosul é um diferencial estratégico. Um produto corretamente notificado no Brasil tem um caminho mais simples para países como Argentina, Uruguai e Paraguai, com ajustes pontuais de rotulagem. Para marcas com atuação regional, isso reduz significativamente o custo de expansão.
Por fim, as listas de ingredientes permitidos e restritos apresentam diferenças em relação à regulamentação europeia e à FDA. Alguns ingredientes liberados na União Europeia têm limites de concentração no Brasil, enquanto outros possuem classificações distintas. A validação regulatória deve sempre vir antes da validação da formulação — nunca o contrário
Do ingrediente à formulação finalizada: como a Safic-Alcan trabalha com você
A Safic-Alcan distribui no Brasil portfolios da Nouryon (polímeros condicionantes, modificadores de reologia, sensorial, formadores de filme e outras classes de ingredientes), Givaudan (ativos para pele, couro cabeludo e fibra capilar) e outros fornecedores relevantes para cuidado capilar. O suporte técnico vai além da amostra: inclui suporte técnico para aplicação de matérias primas, sugestões de formulações, visitas técnicas dos nossos especialistas e com nossos parceiros e acesso a dados de performance comparativos.
Amostras são disponibilizadas sem custo para testes e desenvolvimento de formulações. Workshops técnicos com especialistas dos fornecedores acontecem periodicamente em diversas regiões, com temas que vão de reologia aplicada a haircare a formulação para scalp care e entre outros.
Solicite amostras
Solicite amostras dos ingredientes mencionados neste guia ou entre em contato com nosso time técnico para aprofundar as possibilidades de aplicação em suas formulações.
